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Vivemos em ciclos de 7 anos

É facto comprovado que a nossa vida vai passando por estágios, estágios esses que vão variando consoante o ciclo que está a “reinar”. Acredite ou não, esses ciclos que mudam de 7 em 7 anos justificam em muito a nossa vivência, experiência e sentimentos.

À primeira vista, o 7 é um número normal, ímpar, sem grande significado. No entanto, é bem mais do que isso. Para além de ter um sentido místico em muitas culturas e religiões, a nossa vida está dividida em 10 fases, sendo elas estabelecidas a cada 7 anos, onde o primeiro está entre os 0 aos 7. Estes ciclos contribuem para as mudanças em vários aspetos da vida de cada um de nós, tal como comprovam alguns estudos acerca da matéria.

Tanto chineses quanto gregos foram os primeiros a observar estas mudanças biológicas e espirituais que ocorrem de sete em sete anos nas vidas das pessoas. Estas fases são chamadas de setênios. Se o individuo tiver respeitado o ritmo de cada setênio, chegará no 10º ciclo, ou seja, aos 70 anos, com muito mais consciência e sabedoria, gozando de boa saúde e lucidez.

O objetivo dos setênios, num sentido mais lato, é alertar as pessoas das fases existentes para que, ao aperceberem-se das mudanças, saibam e consigam aproveitá-las de um modo saudável. A vida está em constante mutação, pelo que é imperativo saber aproveitar todos os momentos, todas as experiências e todos os ensinamentos que advêm desta roda giratória. Uma coisa é certa, o tempo não volta para trás. Por isso, o ideal é aprender a reter o que é para reter na altura certa e deixar-se levar pela sequência lógica dos acontecimentos.

 

Dos 0 aos 7 anos: o ninho

O primeiro setênio é visto como a fase da gestação, o nascimento, a nutrição e o crescimento. Segundo os defensores desta teoria, estamos diante de um encontro entre a parte espiritual da individualidade e a parte biológica, preparada após a fecundação no ventre materno. A hereditariedade está bem marcada nas células do corpo pela ação das forças herdadas e são armazenadas nos rins para a vida inteira, deixando assim a marca na fisionomia do corpo do individuo. É o início da marcação da personalidade, a solidificação dos alicerces. Deve proporcionar um movimento livre, cheio de brincadeiras, por forma a que a criança viva, mas que acabe por perceber os limites que são, em simultâneo, a sua segurança.

 

Dos 7 aos 14 anos: sentido de si e autoridade do outro

Aventura, descoberta e ansiedade caracterizam este segundo setênio. É nesta fase que o mundo externo chega a nós e, consequentemente, nós começamos a manifestarmo-nos mais livremente e a expandirmo-nos no mundo. É uma troca entre o nosso ser e o universo, troca essa que vai simbolizar uma grande importância no nosso desenvolvimento pessoal, psicológico e espiritual. Promove um profundo despertar do sentimento próprio, pelo que uma boa educação é imperativo para firmar as bases do futuro.

 

Dos 14 aos 21 anos: a crise da identidade

Entrada na fase adulta: é este o paralelo com o terceiro setênio. Aqui estão retratadas as primeiras responsabilidades, as primeiras escolhas de caminho, os primeiros obstáculos para superar. A maioridade é algo tão esperado pelos jovens, que a ela se entregam de corpo e alma, ávidos de força, determinação e esperança num mundo melhor, onde o seu contributo é imprescindível. A liberdade parece estar nas suas mãos, pelo que é normal questionarem as regras pré-estabelecidas. É o momento de questionar tudo e todos!

 

Dos 21 aos 28 anos: a independência e a crise do talento

O quarto setênio retrata a reflexão. Aqui começa-se a ponderar as escolhas feitas, questiona-se relações, faz-se um balanço do que se conseguiu atingir até à data e dos sonhos que ficaram esquecidos no tempo. É a fase da autoavaliação e da análise de nós perante os outros e o mundo. Apercebemo-nos que o nosso Eu não depende apenas de nós, mas também do mundo exterior. Neste ciclo, os valores, aprendizados e lições de vida passam a fazer mais sentido.

 

Dos 28 aos 35 anos: fase organizacional e crises existenciais

Estabilidade, família e paz caracterizam o quinto setênio. Constata-se que a fase das descobertas e da afirmação já lá vai e que é chegada a hora de arcar com as consequências dos atos e escolhas feitos até agora. Começa-se a dar mais valor à segurança e aos elos familiares que sempre estiveram presentes, mas delegados para segundo plano. Este ciclo começa com crises existenciais, abalos da nossa identidade e cobranças nas mais variadas formas. É tempo de se viver crises, mas é através delas que se constrói novos pensamentos e novos valores.

 

Dos 35 aos 42 anos: crise de autenticidade

Introspeção é a palavra de ordem deste sexto setênio. Supostamente metade da vida já passou, começam a surgir as primeiras rugas, os primeiros cabelos brancos e a energia já é bem diferente. O dilema é aproveitar a vida ao máximo, visto que passa num ápice. As responsabilidades continuam, mas o objetivo é dar-se valor a cada momento, a uma simples vitória e cada palavra ouvida numa determinada altura. Existe uma maior capacidade de julgamento e de mais maturidade psíquica e emocional. Existe a tendência natural para se ir buscar a essência de tudo, no outro e em nós.

 

Dos 42 aos 49 anos: o surgir do altruísmo

Este sétimo setênio traz com ele a falta de determinadas faculdades. A visão, a audição e a respiração podem começar a sofrer de algumas maleitas e chega a menopausa e a andropausa. A realização profissional existe, mas passa para um plano inferior, pelo que a família, amigos e o bem-estar adquirem um nível nunca antes sentido. É um ciclo que pode vir a ser encarado como um recomeço, uma ressurreição, sendo que as mudanças são urgentes. Por outro lado, é uma fase saudosista, onde queremos voltar a fazer coisas do passado com medo de envelhecer.

 

Dos 49 aos 56 anos: o dom de se ouvir o mundo

No oitavo setênio, a vitalidade declina, a energia dos rins e do fígado está mais fraca e surge a incapacidade de eliminar mais toxinas. Vem a fase inspirativa ou moral e as dúvidas normais de quem começa a fazer um balanço da sua vida. Este ciclo surge como a fase de desenvolvimento do espírito, onde as atenções estão maioritariamente voltadas para a ética, a moral, o bem-estar e questões humanísticas.

 

Dos 56 aos 63 anos: a abnegação

Seja pela idade, seja pelo estereotipo criado pela sociedade, eis que o nono setênio retrata a entrada na terceira idade. Para trás ficam as realizações profissionais. Agora é tempo de se aproveitar a vida, de se seguir a intuição e acompanhar os descendentes da melhor forma que conseguir. O interno passa a fazer mais sentido que o externo e a reclusão passa a ser algo natural, uma boa tática para a autorreflexão e para a busca pela essência.

 

Dos 63 aos 70 anos: a sabedoria

Este último e décimo setênio é considerado a fase do mestre. A experiência de vida, o conhecimento adquirido e a serenidade que exibe, dá à pessoa deste ciclo um “poder” nunca antes sentido. Todos o procuram para se aconselharem, para ouvirem uma palavra sua ou simplesmente para estar na sua companhia. É o momento de passar o cajado do conhecimento! Contudo, existem certos e determinados cuidados que não devem ser deixados ao acaso: há que estimular a memória, mudar alguns hábitos e dedicar-se a causas novas.

 

A teoria dos Setênios

Esta teoria explica os diferentes ciclos da vida e foi elaborada a partir da observação dos ritmos da natureza no sentido da vida. Esta explicação ajuda-nos a compreender a condição cíclica da vida, onde a cada ciclo soma-se os conhecimentos adquiridos no anterior e busca-se um novo desafio. Os 7 ciclos são ainda divididos em 3. Dos 0 aos 21 anos estamos diante dos setênios do corpo, onde se amadurece fisicamente e forma-se a nossa personalidade. Dos 21 aos 42 anos temos os setênios da alma, um ciclo onde superadas as experiências básicas da vida, acabamos por inserirmo-nos na sociedade consoante as escolhas pessoais ou profissionais que fizermos. Por último, a partir dos 42 anos, estamos realmente prontos para uma vida com maturidade, profundidade e espiritualidade. Uma coisa é certa: compreender as fases ou ciclos da vida é importante para aprendermos mais sobre nós mesmos e sobre o outro.

Este texto foi retirado da revista Estrela Guia n. 30:

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