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Porque estou sempre doente?

Se adoecemos, algo não está a fluir da forma apropriada no nosso campo energético. Somos muito mais do que o corpo físico que conhecemos: existe um campo de energia que nos envolve e que também é parte de nós. Segundo algumas teorias, as doenças físicas surgem como manifestações de algo que não está bem na nossa vida no domínio energético. Conheça as possíveis causas para algumas das doenças mais comuns e entenda porque razão há pessoas que adoecem com muita frequência.

Antes de mais, é preciso esclarecer que TODAS AS DOENÇAS DEVEM SER TRATADAS COM A AJUDA DO MÉDICO. As terapias alternativas podem ajudar, mas a decisão de segui-las compete sempre única e exclusivamente à responsabilidade do paciente. Ainda assim, a abordagem holística, que encara a saúde como resultado de um todo composto não só pelas questões físicas mas antes como o resultado de um todo, tem tido resultados muito positivos no tratamento e na prevenção de variadas doenças e patologias.

Todos nós recebemos um corpo físico que requer cuidados indispensáveis para funcionar bem: precisamos de nos alimentar corretamente, de descansar diariamente durante várias horas de sono, de praticar algum tipo de atividade física para que o corpo funcione de forma adequada. As pessoas que cuidam bem do seu corpo tendem a ter uma saúde mais forte, porque investem nela. O organismo tem energia e vitalidade que lhe permitem fazer face aos desafios com que também somos confrontados: o nosso papel social, familiar, profissional. 

Quando surge uma doença ela manifesta-se como o resultado de um desequilíbrio energético, lembrando-nos da nossa fragilidade humana. O nosso corpo pode ser resistente, mas precisa de proteção e de cuidado. Quando está frio precisamos de nos agasalhar melhor para protegermos a pele, quando nos sentimos enfraquecidos precisamos de alimentos que nos forneçam energia e força. Ainda assim, a doença surge de forma inesperada, muitas vezes em pessoas que eram resistentes, e quando a saúde falha tudo o resto fica comprometido. Se temos febre, por exemplo, não conseguimos trabalhar, se temos uma infeção temos de tratá-la e não conseguimos cumprir com as tarefas que diariamente desempenhamos.

     A doença surge sempre como um alerta: é preciso parar e dar atenção ao nosso corpo.

As pessoas mais ocupadas, que ocupam cargos de responsabilidade ou que têm a seu cargo muitas responsabilidades - como uma mãe ou um pai de uma família numerosa, por exemplo - são muitas vezes os que sofrem com acidentes ou doenças fulminantes, que parecem surgir "do nada". Mas se pensarmos que somos feitos de energia e que é ela que nos envolve, compõe e rodeia, compreendemos que atraímos de uma forma inconsciente, aquilo que acabamos por ter de enfrentar. É claro que ninguém escolhe ficar doente, mas o que importa compreender é que não atraímos o que queremos, conscientemente, mas sim aquilo a que damos atenção de uma forma inconsciente, porque são esses os nossos pensamentos recorrentes, que surgem sem os solicitarmos e sem nos darmos conta deles, muitas vezes.

Durante largos séculos, a vida humana era exclusivamente focada na subsistência. Hoje em dia, com todos os avanços tecnológicos e sociais, a nossa sobrevivência acaba por ser, para a maioria das pessoas, um dado adquirido: a maioria das pessoas tem uma casa e os alimentos de que necessita, tem roupas para se vestir e até medicamentos que fortalecem as nossas defesas. Quando não temos consciência de que, mesmo assim, a saúde é o bem mais precioso que possuímos, tendemos a atrair doenças, porque não estamos a prestar a atenção devida ao funcionamento físico do nosso corpo.

As doenças são, geralmente, causadas pela intromissão de vírus que se alojam no nosso organismo e que o danificam. Tal como acontece com um castelo que, se não estiver devidamente protegido, é atacado, os vírus conseguem fazer-nos adoecer quando as nossas defesas estão em baixo. E a razão para elas estarem em baixo prende-se com a nossa negligência, por um lado, que acontece quando achamos que o trabalho que temos para fazer ou as tarefas familiares que nos competem são mais importantes que a nossa própria saúde. Esse é o caso, por exemplo, daquelas pessoas que dizem constantemente "nem tenho tempo para estar doente". Quando adoecemos, a vida reclama-nos tempo. Se somos incapazes de funcionar corretamente não temos outro remédio senão parar. E a vida lembra-nos que precisamos de, sempre e em primeiro lugar, cuidar devidamente de nós, para que possamos, só então, fazer tudo o resto.

Por outro lado, há teorias que defendem que somos nós próprios que atraímos as doenças devido aos nossos processos mentais. Por mais que a Ciência evolua, a mente humana continua a ser um mistério, assim como a forma como ela age e influencia toda a nossa vida. Então, estas teorias acreditam que uma doença surge no decurso de uma emoção negativa que se aloja na nossa mente, de uma convicção negativa a nosso respeito que faz com que nos sintamos (sempre de uma forma inconsciente) merecedores dessa doença, e com algo que não conseguimos perdoar e que por isso cresce dentro de nós, "consumindo-nos".

Se tende a adoecer frequentemente, páre um pouco, por si. Procure compreender aquilo que na sua vida não está bem. Coloque a si próprio estas (e outras) questões:

É feliz com a vida que tem?

Sente que dedica a si próprio o tempo e a atenção de que precisa?

Sente-se realizado e satisfeito com a pessoa que é?

Há algo dentro de sique o magoa, algo que não conseguiu perdoar?

Sente-se frustrado com alguma escolha que fez?

Ao conseguir compreender e identificar a origem de uma doença é mais fácil complementar os tratamentos médicos que lhe foram prescritos com uma mudança de postura e acelerar o processo de cura. Lembre-se que se a doença surgiu é porque precisa de dispender mais tempo a cuidar de si, por isso não queira acelerar o processo para voltar ao mesmo ritmo de vida. Faça mudanças, estabeleça prioridades e DEIXE DE FAZER TANTO. Lembre-se que, quando nós não sabemos parar, a vida obriga-nos a parar.

Há pessoas que têm as mesmas exigências e responsabilidades e não adoecem. Sabe porquê? Porque descontraiem e encaram-nas de uma forma positiva, sem se deixarem vencer por elas. De um ponto de vista metafísico, é a forma como lidamos com as situações da nossa vida que determina o efeito que elas têm sobre nós.

Feito este trabalho de reflexão e dispondo-se a assumir consigo próprio o compromisso de dar mais valor à sua vida, saiba quais são as emoções negativas e as causas para algumas das doenças mais frequentes.

Cancro

O cancro é, infelizmente, uma das maiores fatalidades do nosso tempo. De um ponto de vista metafísico, ele resulta de algo negativo que deixamos crescer dentro de nós, que vai ganhando força e corrompendo-nos. Surge a partir de um ressentimento, e quando é benigno e consegue ser tratado isso significa que o alerta foi suficiente para haver uma mudança de atitude. A acumulação de mágoas e de rancores, de palavras e ações que não somos capazes de perdoar permanece dentro de nós. Se não os libertarmos, se não soubermos deixar ir o que não nos faz bem corremos o risco de deixarmos que esses rancores, frustrações e mágoas se alimentem, literalmente, de nós.

Alergias

As alergias são reações ao exterior, representando a necessidade de nos defendermos e de reagirmos ao que nos dizem ou ao que nos fazem. Quem sofre de problemas de alergias tende a sentir-se frequentemente irritado e ameaçado pelos outros. A sinusite surge como uma irritação permanente em relação a determinadas situações. A alergia ao pêlo dos animais representa a negação da ternura, a dificuldade em estabelecer laços afetivos. A alergia ao pólen simboliza dificuldade em aceitar a sexualidade como um processo natural ou em permitir que os outros se aproximem de si. 

Problemas de coluna/ dores nas costas

Hoje em dia são raras as pessoas que não sofrem com problemas relacionados com a coluna. A "má postura" que adotamos ao passar o dia sentados ou enquanto dormimos, os pesos exagerados que carregamos são um reflexo direto daquilo que se passa, muitas vezes, na nossa vida a um nível figurado. Temos uma má postura perante as situações, escolhendo manter-nos na posição que nos é mais confortável, em vez de nos mantermos "de cabeça erguida" e defendendo aquilo que é realmente a nossa verdade. Descuramos o tempo de repouso e a qualidade do nosso sono e acumulamos pesos e responsabilidade na nossa vida que nos desequilibram e sobrecarregam. Do mesmo modo, as pessoas com dores nos ombros recorrentes são pessoas que carregam demasiadas responsabilidades ou que se sentem constantemente pressionadas. Em qualquer dos casos, devem criar o hábito diário de descomprimir através de algum tipo de atividade que as ajude a relaxar. A natação, que é tantas vezes aconselhada a quem sofre de problemas de coluna, ajuda o nosso corpo a "sentir-se mais leve", na água, permitindo-nos descontrair e aliviar a tensão. As massagens são também boas opções, já que permitem dissolver a tensão que se acumulou em alguma parte do corpo.

Ansiedade/ stress

Os problemas associados à ansiedade e ao stress decorrem da falta de auto-confiança, que cria um sentimento constante de impotência face às circunstâncias. Se acreditamos que não somos capazes de lidar com as situações sentimo-nos numa constante situação de perigo e isso faz disparar todos os sistemas de alerta do nosso organismo, deixando-nos dominar por eles. Nesse caso, ao aprender a ganhar mais confiança em si própio saberá lidar melhor com as situações, e o organismo deixa de ter necessidade de se manifestar sempre em alerta. A insónia surge como resultado de um sentimento constante de culpa e de medo, que não deixa a pessoa repousar, por sentir que pode ser atacada a qualquer momento ou que se encontra desprotegida e incapaz de lidar com as situações.

Problemas de garganta

A garganta representa a nossa capacidade de expressão. As pessoas que têm inflamações recorrentes nesta parte do corpo podem ter problemas e dificuldade em expressar livremente as suas opiniões e em dizer abertamente aquilo que pensam. No caso das amigdalites, elas surgem quando a pessoa adia a resposta a uma dada situação por não saber como defender-se dela, afastando-se cada vez mais da resolução dos seus problemas, enredando-se nos seus próprios conflitos interiores. A asma resulta de emoções que se procuram reprimir, de choro contido que não se liberta. Uma gripe surge, quase sempre, após um período mais exigente, ou no qual a pessoa se sentiu confusa e perdida, sobrecarregada com tarefas ou pequenos contratempos e exigências quotidianos que, sobrepondo-se, provocaram um grande desgaste. Quando apanhamos uma gripe ou resfriado a doença é a resposta imediata à necessidade que sentimos de parar com tudo. Por esse motivo se costuma dizer que "a gripe cura-se na cama", porque os tradicionais 3 dias de recobro, em conjunto com a medicação adequada, são a paragem que precisávamos de fazer na nossa vida, mas à qual não nos permitimos. As chamadas "constipações mal curadas" que se arrastam até degenerar em inflamações mais sérias são reações de irritação e frustração perante as situações, que deixamos arrastar sem enfrentar, até chegarmos a um ponto em que todo o nosso organismo é tomado pela doença, fazendo-nos finalmente dar-lhe atenção.

Problemas de fígado

Os problemas de fígado estão associados ao rancor, à raiva, à frustração acumulada. 

Problemas de estômago

Por estar relacionado com a forma como processamos os alimentos, indispensáveis ao funcionamento da nossa saúde, o estômago representa a forma como "digerimos" a realidade, como aceitamos e processamos as situações com as quais temos de lidar. Os problemas de estômago são mais frequentes em pessoas que reprimem a sua agressividade ou que a manifestam de uma forma descontrolada. Os distúrbios alimentares como a anaorezia e a bulimia relacionam-se com uma imagem destorcida de si próprio e com a necessidade de controlar as situações e o afecto que se recebe, procurando suprir as necessidades emocionais através do controlo das necessidades alimentares ou da quantidade de comida que se ingere. A tendência para a obesidade manifesta-se, por seu lado, em pessoas carentes, que sentem que não tiveram na sua infância, ou que não têm na idade adulta, o carinho e o afecto de que precisam, sentindo-se vulneráveis e dependentes dos outros. Os vómitos e a azia referem-se à rejeição de algo que não está de acordo com o que pensamos ser o mais correto. Quando rejeitamos uma situação ou temos dificuldade em aceitá-la estamos mais propensos a sofrer com problemas como o refluxo gástrico, por exemplo. A prisão de ventre surge associada a pessoas que têm dificuldade em "soltar-se" e agirem com espontaneidade, tendendo a reprimir as suas emoções e a pensar demasiado antes de agir. As gastrites surgem em pessoas que exibem uma calma aparente mas que sofrem profundamente, guardando para si os seus problemas e ficando a remoê-los por tempo indefinido.

Problemas de intestinos

O sistema excretor e o trato urinário estão relacionados com a função de "limpeza" do nosso corpo, e por isso os problemas relacionados com estas partes do corpo manifestam a dificuldade em "deixar ir", em libertar-se de situações passadas, de palavras ouvidas, de decisões tomadas. Uma úlcera esconde um medo profundo de não corresponder às expetativas, de não ser suficientemente bom ou de não ser capaz. Esse medo assume proporções tão exacerbadas que consome, literalmente, a pessoa.

Problemas de coração

O coração é o centro da vida, estando associado ao amor, e bombeando o sangue, que representa a alegria, para todo o corpo. Quando há problemas neste órgão central, alguma coisa está errada no mais íntimo de nós. O ataque cardíaco representa um abalo geral na nossa vida, a compreensão de que os valores em que ela assenta não estão certos ou que a nossa energia não está a ser corretamente direcionada. A falta de amor pela vida ou o impedimento em saboreá-la traduzem-se frequentemente em problemas cardíacos, comuns em pessoas que tiveram de tornar-se adultas muito cedo ou que carregam demasiadas responsabilidades. Aprender a descontrair mais perante a vida, sem exigir tanto de si mesmo, e aprender a dedicar mais tempo e energia ao amor e aos afetos, é essencial para um coração mais saudável.

Problemas de rins

Os rins estão ligados às emoções, e mais concretamente à filtragem das mesmas e à forma como nos relacionamos. Por serem dois, os rins representam a nossa capacidade de amar e de estabelecer um relacionamento amoroso. Os problemas renais surgem como uma dificuldade em lidar com as emoções, com mágoas que se acumulam e petrificam dentro de nós, deixando que a amargura nos consuma. As pessoas que têm retenção de líquidos são geralmente pessoas muito intuitivas (porque a água se associa à intuição e aos sentimentos), e não sabem usar a sua intuição nem ouvi-la, tendendo a desvalorizar os seus próprios dons.

Problemas do aparelho reprodutor

Os problemas relacionados com os orgãos sexuais têm sempre a ver com a percepção da própria sexualidade e com a forma como ela é vivida. Quando não a aceitamos ou quando sentimos que o sexo é algo é impuro, ou que não devemos sentir prazer, tendemos a desenvolver infeções que o impedem. A infertilidade está muitas vezes associada a uma crença inconsciente de que não se é capaz de assumir responsabilidades ou desempenhar corretamente os papéis que lhe são atribuídos. Os problemas de útero relacionam-se com dificuldades em lidar co a própria feminilidade, em aceitar a sua fragilidade ou em problemas de relacionamento com a mãe, provavelmente enraizados desde uma tenra idade. A tensão e as dores pré-menstruais resultam também da tensão sentida em relação ao próprio corpo e à condição de ser mulher. A impotência sexual nos homens representa o medo do fracasso, a sensação de não ser tão bom como os outros, possivelmente originado em sentimentos de inferioridade provenientes desde a infância.

Dores de dentes

Os dentes simbolizam a família, e geralmente as pessoas que têm grandes responsabilidades dentro da família tendem a sofrer com dores de dentes. Por outro lado, eles também se relacionam com a nossa capacidade de tomar decisões e de "mastigar" devidamente as situações. Um dente careado aponta para a incapacidade em assumir uma postura firme e assertiva face às nossas decisões e de processar devidamente as situações, dizendo abertamente o que se pensa e o que se sente.

Anemia

A anemia surge como uma perda de alegria em relação à vida, como a falta de motivação e o desalento, a falta de confiança em si próprio e na capacidade de fazer da sua vida aquilo que realmente quiser.

Diabetes

As pessoas que sofrem com diabetes têm dificuldade em aceitar a doçura da vida. Podem ter-se sentido pouco amadas ou sentirem que os outros não lhes dedicam o afeto de que precisam, tornando-se demasiado dependentes emocionalmente. São governadas pela tristeza e pela amargura, sentindo que as circunstâncias não os favorecem. Tendem ao pessimismo porque são profundamente inseguras e têm dificuldade em lidar com os afetos porque se sentem muito vulneráveis, sendo facilmente magoados, o que muitas vezes acaba por criar neles a tendência para a racionalização, a frieza e a indiferença. No caso das crianças e jovens que têm esta doença elas podem ter um profundo sentimento de rejeição ou falta de amor, que as faz procurarem, de uma forma inconsciente, ter a constante atenção dos que lhe são mais chegados.

Colesterol

O colesterol surge muitas vezes associado à teimosia e à inflexibilidade, surgindo em pessoas que tendem a lidar mal com as mudanças e que procuram que tudo corra sempre dentro dos parâmetros por elas definidos, sendo excessivamente meticulosas, perfeccionistas e exigentes consigo mesmas e com os outros. Sentem-se sobrecarregadas por aquilo que pensam ser o mais certo, deixando pouco espaço para a alegria e para viverem de forma espontânea e descontraída, bloqueando o seu próprio fluxo energético positivo. 

Problemas de ossos

Por serem a estrutura mais básica do nosso organismo, os ossos representam a nossa solidez, e quando eles sofrem dores ou problemas estes representam a dificuldade em sentirmo-nos aceites e respeitados como somos. As pessoas com reumatismo sentem-se, muitas vezes, vítimas das circunstâncias e não sentem que os seus esforços são valorizados. As artrites manifestam-se como críticas que ferem, ficando profundamente enraizadas e causando uma dor profunda e insistente. As artroses tendem a surgir quando o orgulho e o apego às mesmas ideias não permitem que a pessoa viva com flexibilidade e fazem com que lide mal com as mudanças. 

Problemas nas pernas, nos pés, nos braços ou nas mãos

Os membros superiores e inferiores representam a manifestação da nossa vontade. Problemas nas pernas indicam resistência às mudanças. As varizes surgem quando a pessoa tem medo de lidar com aquilo que não conhece ou quando sente que a sua vontade é comandada pelas imposições que os outros lhe colocam. Problemas no joelho apontam para a sobrecarga de responsabilidades e para a inflexibilidade, para pessoas que têm dificuldade em "curvar-se" perante a vida e admitir que precisam da ajuda dos outros. Dores e problemas nos pés, o nosso apoio, refletem a dificuldade em compreender o sentido para onde deve avançar e o propósito da sua vida, sentindo a pessoa muitas vezes que é obrigada a seguir um caminho que não é o seu. As mãos e os braços relacionam-se com a capacidade de criar e de fazer acontecer, sendo que as dificuldades e dores experimentadas nestas partes do corpo se relacionam com a incapacidade de agir ou com a sensação de que as próprias ações são reprimidas ou bloqueadas por outros. 

Problemas nos olhos

As dificuldades de visão surgem sempre associadas a uma negação em relação à realidade e à irritação face ao exterior, que fazem com que a pessoa "se recuse a ver" o que está à sua frente ou a aceitar os pontos de vista dos outros, tendendo a procurar que as coisas sejam sempre como eles as vêem. As pessoas com miopia tendem a recear o futuro, não conseguindo lidar facilmente com as situações porque as encaram com pessimismo.

Problemas nos ouvidos

As dificuldades relacionadas com o sentido da audição tendem a surgir quando não queremos "ouvir" o que nos dizem, sendo excessivamente sensíveis ou reativos a críticas ou sentindo que somos subjugados ao excesso de exigências que nos são feitas.

Dores de cabeça e enxaquecas

As pessoas que assumem demasiadas responsabilidades e que não conseguem relaxar e deixar que as situações sigam o seu curso natural, tendendo a achar que precisam sempre de interferir e controlar tudo o que acontece na sua vida, tendem a sofrer com dores de cabeça e enxaquecas que podem tornar-se recorrentes e mais intensas. A pressão na cabeça resulta de uma sensação de sobrecarga, além do medo de não conseguir dar resposta a todas as solicitações ou cumprir com todas as exigências. Aprender a relaxar e a aliviar a pressão é essencial, sendo necessário, para que isso aconteça, que se liberte de tantas responsabilidades e que aprenda a confiar mais na vida.

 

Esta lista é muito resumida. O estudo metafísico das doenças é bastante complexo e alargado. Acima de tudo, importa sempre pensar que por detrás de um problema de saúde há uma chamada de atenção para a nossa postura e para a forma como governamos a nossa própria vida. Os problemas de saúde devem ser sempre tratados pelo médico e seguir os tratamentos prescritos, mas os resultados podem ser muito mais rápidos e eficazes quando a mensagem que o nosso corpo nos quis transmitir é devidamente compreendida, fazendo com que um problema deixe de ter razão de existir. Lembre-se que quando a nossa energia flui bem temos saúde.

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