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A sua atitude faz toda a diferença!

Em Dezembro de 2019 surgiram na cidade chinesa Wuhan os primeiros casos de pessoas identificadas com uma doença misteriosa; menos de três meses depois, o Mundo inteiro está a reorganizar as suas estruturas, aterrorizado perante uma epidemia que se propaga de dia para dia. Somos todos parte da mesma unidade - a doença que está a mudar a nossa vida mostra, de forma muito inequívoca, como estamos tão profundamente ligados e como cada um de nós, elo na cadeia universal, faz toda a diferença. 

Em 1963, Edward Lorenz, um meteorologista, matemático e filósofo americano, apresentou a teoria do chamado "Efeito borboleta", pois nos seus estudos concluiu que o simples bater de asas de um animal tão delicado como a borboleta poderia influenciar a ordem das coisas e causar, até, um tufão no extremo oposto do Mundo. A epidemia que está a assombrar o Mundo faz-nos compreender como estamos todos ligados, a cada instante, e em ações das quais, muitas vezes, nem nos damos conta.

Em Dezembro de 2019 foram identificados casos de uma estranha doença, semelhante a uma pneumonia, num mercado de uma cidade chinesa. Não foi preciso muito tempo para que essa doença se tenha espalhado pelo mundo inteiro. Compreendemos, então, como cada pessoa que passa ao nosso lado - e que nos pode, portanto, afetar - está ligada por sua vez a tantas outras pessoas - numa cadeia que dá a volta ao Mundo. A forma como este vírus atravessa fronteiras e finta as defesas que julgávamos ter mostra-nos como a ação de uma só pessoa faz toda a diferença na vida de milhões. E a SUA vida, a SUA atitude, tem impacto na vida de todos aqueles com quem interage - numa ação tão simples como estar sentado ao seu lado num transporte público - e pode fazer a diferença entre quebrar a cadeia de propagação do vírus, neste caso, ou dar-lhe força, fazendo com que alcance cada vez mais pessoas.

Seja consciente da importância que tem o seu papel para ajudar a travar a propagção desta doença. A vida, como a conhecemos, está a mudar profundamente, obrigando-nos, mais do que nunca, a focarmo-nos no presente, em cada gesto que temos, e no impacto que as nossas ações causam em todos os que nos rodeiam.

De tempos a tempos, a História da Humanidade presenciou cataclismos naturais e epidemias que dizimaram a população e obrigaram aqueles que ficaram a reorganizar a forma como viviam. Estes acontecimentos fazem-nos pensar como existe uma energia que é superior a nós, e como ela nos conduz e reconduz, a um nível global. Quando as ações da Humanidade estão todas encaminhadas num determinado sentido, uma força superior vem abalar as nossas estruturas, fazendo-nos reajustar para sobreviver.

Neste caso específico, aquilo que cada um de nós pode fazer ESTÁ ao nosso alcance:

- Fique em casa, tanto quanto lhe for possível. É muito importante ter consciência da importância desse ato que é tão simples para a maior parte de nós. Uma vez que este vírus se contagia de forma assombrosamente fácil e é tão silencioso, levando muito tempo a incubar sem manifestar quaisquer sintomas, ao evitar o contacto com os outros está a evitar contagiá-los ou ser contagiado por eles. Tenha consciência que há pessoas que não têm um "lar seguro" onde ficar e, se você o tem, pense que tem o dever de ficar em casa por si, por eles, e por todos nós. Reconheça e seja grato por todos aqueles que não podem ficar em casa e arriscam diariamente a sua própria vida e a dos seus familiares para que você possa ter assistência médica, alimentação, medicamentos, segurança nas ruas, transportes e todos os serviços que são indispensáveis, mesmo (ou sobretudo) numa situação de emergência.

- Tome também consciência da importância da higiene. Lave muito bem as mãos, várias vezes ao dia, seguindo as diretrizes da Direção geral de saúde. Coloque o ante-braço à frente da boca se tiver de tossir ou espirrar. Cumprimente os vizinhos, os colegas e as pessoas com quem interage sem contacto físico. Mantenha, tanto quanto lhe for possível mediante a situação em que se encontra, uma distância de pelo menos um metro das pessoas que estão à sua volta. Quando tiver de sair, ao regressar a casa desifete os objetos que estão em contacto com o exterior, lave a roupa e descalce os sapatos logo que chegar a casa. Ações que nos foram ensinadas quando éramos crianças, e que tantas vezes esquecemos na azáfama dos dias, voltam a estar agora no centro das nossas preocupações. O risco é REAL, é ENORME e com consequências imprevisíveis. Cabe a cada um de nós fazer o seu melhor para evitar que a doença se propague.

- Cuide das defesas do seu organismo. A importância da alimentação é outro dos aspetos da nossa vida que, perante esta ameaça tão gritante, é posta em destaque. A forma como o organismo reage ao vírus - e, daí, a gravidade com que é afetado - depende de pessoa para pessoa, estando MUITO mais vulneráveis aqueles que têm um sistema imunitário mais fragilizado e condições de saúde que deixam o organismo mais débil. Alimente-se bem, reforçando as suas defesas com a ajuda dos alimentos que o ajudam a ficar mais forte. Eles são a fruta, os legumes, a proteína magra, e alguns alimentos com propriedades anti-inflamatórias, nomeadamente o alho, a cebola, a curcuma, entre outros. Mantenha sempre o seu corpo bem hidratado, e evite as substâncias que enfraquecem o seu organismo, como álcool, moderando também o consumo de café e açucar.

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- Respeite os outros, em qualquer circunstância. Faça apenas as compras de que precisa. Quando está a comprar mais do que na verdade lhe faz falta a si, está a tirar algo que pode ser indispensável para outra pessoa. É muito importante compreender que fazemos parte de uma cadeia, que estamos todos à mercê da mesma situação e que só estaremos bem, individualmente, se conseguirmos coletivamente superar esta crise tão esmagadora. Respeite os tempos de espera quando tiver de ir ao supermercado ou à farmácia, seja educado e cordial.

- Reorganize a sua vida, assegurando tanto quanto possível o cumprimento do seu trabalho - porque também ele tem um impacto à escala global. Se o seu trabalho exige que saia da sua casa seja cuidadoso com a sua conduta, redobrando os cuidados de higiene, o respeito pelo espaço do outro, a atenção ao próximo - ainda que se mantenha a uma distância de segurança.

- Cuide dos que mais precisam de si. Este vírus tem um impacto mais grave naqueles que são fisicamente mais frágeis, atingindo especialmente a população idosa, porque tem um organismo mais debilitado, e todas as pessoas que por algum motivo têm uma maior fragilidade. Isto faz-nos reavaliar a forma como lidamos com as pessoas mais idosas e com os que são mais frágeis que nós. Desta vez, os pais não podem recorrer à comodidade de deixar os filhos com os avós, e isso obriga-nos a considerá-los de outra maneira. Os mais idosos precisam de ser protegidos, evitando o contacto físico mas duplicando a atenção para com eles. Não esteja em contacto direto com pessoas em grupos de maior risco mas ofereça-se, se puder, para fazer as compras da sua vizinha que é mais velha, para que ela, com um organismo mais frágil que o seu, não tenha de estar exposta ao risco de contrair a doença. Certifique-se que os seus pais, avós, familiares mais idosos têm os alimentos, medicamentos e cuidados de que precisam e TELEFONE-LHES, transmitindo-lhes segurança. Eles também estão assustados e, em muitos casos, estão ainda mais sozinhos. 

- Reorganize as suas prioridades, saindo de casa apenas quando isso é estritamente necessário. Ir ao café, almoçar fora, comprar roupa, arranjar o relógio... são exemplos de ações que não precisam de ser feitas com urgência. Compreenda que, quanto mais tempo resistir a mudar a rotina de vida que está habituado a viver, maior será a proliferação da doença, mais graves serão os seus efeitos, e mais prolongados. 

- Seja consciente, mas seja confiante. Não se deixe avassalar pelo medo. Não se exponha a notícias sensacionalistas e não alimente o sentimento de pânico generalizado. Confie que, fazendo cada um de nós a nossa parte, conseguiremos superar esta pandemia. 

- Redescubra a alegria de viver. Ao estar mais tempo em casa, tem mais tempo para cultivar as relações com a sua família. As diferenças têm de ser aceites e compreendidas. Mágoas antigas têm de ser deixadas para trás. Se não tem, na esfera familiar, essa proteção, fique em casa de um amigo de confiança e crie nesse espaço o seu refúgio. Compreenda-se melhor a si próprio. Vivemos a cumprir funções, num ritmo frenético que não nos permite apreciar a vida. Aproveite, pois, aquilo que neste momento a vida lhe pede que faça. Ao trabalhar em casa, deixa de enfrentar o trânsito, a azáfama de deixar os filhos na escola, a correria diária. Aproveite esse tempo para tomar o pequeno-almoço em família. Ensine mais aos seus filhos. Lembre-se que a lição mais importante que lhes pode ensinar É O SEU EXEMPLO. A forma como reage perante uma situação que ninguém consegue controlar vai ensinar-lhes, a eles, como podem superar seja que priva for na sua vida futura.

- Exercite o seu corpo. Por mais pequena que seja a sua casa, pratique exercício físico todos os dias. Assista a aulas online e aprenda uma dança que não domina, descubra exercícios que desconhece. Faça aulas de yoga, pilates, dança, ou qualquer modalidade que não exija muito espaço. Crie momentos divertidos com a família, organizando concursos e jogos. Se tem mesmo necessidade de sair, vá até um jardim ou um lugar arejado. Evite tocar em qualquer objeto e não faça passeios prolongados. Ao chegar a casa, seja muito cuidadoso com a sua higiene.

- Mantenha-se ativo. Uma situação de isolamento social não é sinónimo de um fim-de-semana interminável. O seu humano precisa de estímulos para se manter ativo e desperto. Assim, dispa o pijama, estabeleça novas rotinas, dentro de casa, que incluam novas aprendizagens, atividades que o ajudam a relaxar, uma organização mais eficiente da sua casa.

- Confie que vai correr tudo bem, e faça a sua parte. Como diz uma frase muito importante que tem circulado por aí, "quanto mais cedo nos distanciarmos mais depressa nos abraçaremos". 

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