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A tradição da passagem de ano - porque celebramos o Ano Novo?

"Ano Novo, vida nova" - toda a gente gosta desta premissa e da esperança que a chegada de um ano novo traz consigo. A ideia de renovação, de poder recomeçar do zero e mudar de vida é algo que traz ao espírito humano uma força renovada, uma coragem e fé que ajudam a tomar decisões importantes. Muitas pessoas aproveitam esta energia de um novo começo para deixarem de parte vícios, como fumar, para se libertarem do peso a mais, iniciando uma dieta,ou tomando atitudes decisivas na sua vida como mudar de casa, de País, de emprego, ou deixar um relacionamento em desgaste. Saiba que esta tradição tem mais de 500 anos, e que já na Mesopotâmia, há cerca de 2000 anos a.C., já se celebrava a chegada de um novo ciclo de vida.

Há muitos milhares de anos, na Babilónia, o Equinócio da Primavera, que acontece em Março, era festejado como o início de um novo ano, porque nesse momento o Sol aproxima-se da linha do Equador e os dias e as noites são iguais, fenómeno que se repete duas vezes por ano (Equinócio da Primavera e Equinócio do Outono, em Setembro) e que marca a passagem do tempo. Desde o início da Humanidade que os homens assentavam a sua vida com base na observação do céu que nos rodeia e nos fenómenos celestes, e foi através do estudo dos mesmos que conseguiram identificar padrões que lhes permitiam gerir a agricultura e todos os seus hábitos. Assim, os dias de Equinócio e os dias de Solstício, por marcarem movimentos importantes do Sol, o astro rei do sistema solar, foram desde cedo considerados datas muito importantes. Os Assírios, Persas, Fenícios e Egípcios consideravam o Equinócio de Outono como o início de um novo ano; para os Gregos, este chegava pelo Solstício de Inverno. Os chineses ainda hoje festejam a chegada de um novo ano entre finais de janeiro e início de fevereiro, numa data que é móvel porque obedece ao calendário lunar (o Ano Novo chinês celebra-se sempre na segunda Lua Nova após o Solstício de Inverno).

Os Romanos, conhecidos pelo seu sistema de organização, definiram um dia no calendário para esta comemoração. Inicialmente, o primeiro dia do ano era o dia 1 de Março, mas em 153 a.C. esta data foi fixada a 1 de Janeiro. Quando a Igreja adotou o calendário gregoriano, esta data ficou definida em todos os países católicos. No início do século XVI, a data que boa parte da Europa celebrava como sendo o dia de Ano Novo era 25 de Março, após o Equinócio da Primavera e com festividades que se estendiam até ao dia 1 de Abril. Quando, em 1564, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado a 1 de janeiro, após a adoção do calendário gregoriano, alguns franceses mais conservadores insistiram em manter a tradição. As outras pessoas aproveitaram esse facto para gozar com eles e enviavam-lhes presentes estranhos e convites para festas inexistentes, e daí nasceu o Dia das Mentiras (1 de Abril).

A passagem de ano traz consigo sempre a ideia de continuidade e, ao mesmo tempo, de renovação. Celebramos o facto de termos assistido à passagem de mais um ciclo, e enchemos o coração de esperança nos 365 ou 366 novos dias que nos aguardam.

Os rituais dão significado e força às nossas ações, e por isso atribuímos tanta importância à passagem de ano. É apenas mais um dia, igual aos outros, mas é um dia na verdade muito diferente: a Terra, planeta que habitamos, cumpriu mais uma volta em torno do Sol. Estamos vivos. Continuamos a nossa história na Terra. E essa data deve ser assinalada, pois ela traz-nos uma energia renovada.

Para afugentar más energias é habitual que os festejos de Ano Novo sejam ruidosos. Contamos, em voz alta, as doze badaladas da meia-noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, soltamos foguetes e fogos-de-artifício, batemos com os tachos e panelas tão alto quanto conseguimos. Abraçamos quem amamos, telefonamos a quem está longe. Hoje, nós, como há milhares de séculos atrás outros homens, queremos dizer ao Universo: CONTINUAMOS AQUI.

Conheça as tradições e superstições de Ano Novo mais conhecidas (clique para ler)

 

 

 

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