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2017 marca um período de viragem nas nossas vidas

Ainda no mês passado, com a eleição de Donald Trump a presidente dos Estados Unidos da América, e com a morte do "senhor" Leonard Cohen, voltámos a indignar-nos. Mas que estranho ano de 2016 é este, em que têm morrido tantas pessoas tão queridas, que tanto marcaram a vida de várias gerações, e em que o Mundo parece estar virado do avesso? Saiba que 2016 (ainda) está a ser um ano muito importante: ele marca o fim de um ciclo e também o fim de uma era. Prepare-se, porque 2017 vai trazer uma grande mudança às nossas vidas.

David Bowie, Nicolau Breyner, Prince, José Boavida, António Almeida Santos, Umberto Eco, Alan Rickman, Leonard Cohen... a lista de personalidades icónicas que partiram ao longo deste ano é assombrosa e não passa despercebida. Este ano tem sido caraterizado por acontecimentos verdadeiramente marcantes e inesperados. A separação de Brad Pitt e Angelina Jolie, um dos casais mais mediáticos de sempre, deixou-nos de coração partido. Mas a vitória de Portugal no Euro, contra tudo e contra todas as expetativas, deixou a alma portuguesa ao rubro.  A eleição do presidente Donald Trump é outro dos grandes marcos deste ano. E agora, Mundo? O que nos espera? 

2016 tem sido um ano de encerramento de um ciclo. Numerologicamente, cada ano tem uma energia especial, a qual se obtém através da soma dos digítos que o compõem, reduzindo o resultado a um só algarismo:

2 + 0 + 1 + 6 = 9

9 é o último número do ciclo, depois dele voltamos ao 1. Em 2017, teremos um ano de energia 1:

2 + 0 + 1 + 7 = 10 = 1 + 0 = 1

Este será um novo ciclo. A energia do número 1 favorece os começos, os novos projetos, os novos relacionamentos, as iniciativas individuais, a ação, o dinamismo, a criação em todas as suas vertentes. (Saiba aqui qual será o seu ano pessoal em 2017)

Mas além da Numerologia, também a Astrologia nos mostra que 2017 será o início de um novo ciclo, que trará grandes mudanças à nossa vida nos próximos 36 anos.

De acordo com a Astrologia, cada ano tem um astro regente, que determina a tendência do ano e que nos afeta a todos, tanto a um nível geral como particular. Para além dessa influência anual, determinada pelo astro regente de cada ano, saiba que cada astro "governa" ciclos de 36 anos, os quais caraterizam uma geração inteira. (compreenda melhor esta influência aqui)

Assim, desde 1981 e nos últimos 36 anos estivemos sob a regência do Sol, o astro rei da nossa galáxia. Estas três últimas décadas foram, pois, caraterizadas por uma crescente afirmação do ego. Logo nos anos 80 apuraram-se as tecnologias, o consumismo disparou, cercámo-nos de eletrodomésticos que vieram facilitar-nos a vida e deixar-nos cada vez mais livres para desfrutar de tudo a nosso belprazer. A Internet veio escancarar as janelas do Mundo e pôr-nos em contacto com as partes mais distantes da Terra, à distância de um clique. Os telemóveis, que começaram por nos proporcionar uma comunicação fácil e rápida com qualquer pessoa (ainda se lembram de quando tínhamos de estar em casa para receber uma chamada? Pois é, parece tão distante esse tempo dos telefones fixos...), rapidamente ganharam cores, permitiram personalizar toques, ouvir música, tirar fotografias e aceder à internet. Hoje são uma extensão de cada pessoa. Vamos na rua e ao invés de vermos pessoas a apreciar a luz mágica de um entardecer mais bonito, vemos pessoas de braço esticado e telemóvel em riste, a gravar fotos e videos do entardecer e a "partilhá-lo" em tempo real nas redes sociais. As redes sociais, essas, são um dos expoentes máximos do narcisismo que o Sol também enfatiza. As selfies que toda a gente tira são o culto do "eu" levado ao extremo. Quando "partilhamos" algo nas redes sociais, estaremos realmente a partilhar? A partilha pressupõe um diálogo, uma abertura de coração, a franqueza do que nos vai na alma. Quando estamos a publicar no facebook, no twitter ou no instagram o que comemos, os restaurantes onde fomos, os concertos que vimos, as viagens que fizemos, o casal maravilhoso que somos, a família perfeita que formamos, estaremos realmente a partilhar algo com os outros, ou estaremos tão-somente a mostrar ao Mundo como somos fantásticos, como temos uma vida incrível, como "eu" tenho este ângulo tão espantoso e atraente... A acompanhar tudo isto, as últimas décadas assistiram a um facilitismo nos créditos que trouxe um consumismo desastroso. Tudo se tornou tão fácil, justificado como uma necessidade pessoal. E tudo isto é uma clara influência da regência do Sol. Também ao nível dos relacionamentos tornámos-nos mais egocêntricos, mimados, exigentes. As paixões deflagram rapidamente, os casais apressam-se a viver juntos, mas os conflitos de personalidades ditam o afastamente igualmente rápido. As pessoas não estão dispostas a ceder nem a procurar o encontro de vontades, porque "eu" é que tenho razão...

Antes do Sol, estivemos entre 1945 e 1980 sob a regência da Lua. Os anos 50, 60 e 70 trouxeram-nos a liberdade dos sentimentos, a exaltação da emoção, os grandes marcos do cinema e da música, a proliferação das artes, o flower power. Antes ainda, entre 1909 e 1944, estivemos sob a influência de Marte, e este período assistiu às maiores guerras e conflitos. Ao fazer esta brevíssima análise, poderá compreender melhor como funcionam os ciclos planetários.

E agora, 2017 traz-nos o ciclo de Saturno. O que nos espera?

Saturno é conhecido como o senhor do Karma. Este é o planeta que representa o tempo, a lentidão, o amadurecimento. Que nos obriga a aprender as lições que são necessárias ao nosso crescimento espiritual, à nossa evolução enquanto almas. Antagónico ao egocentrismo que o Sol nos alimentou, Saturno irá trazer-nos restrições e castigos, como um pai que nos ama e por isso não cede a todos os nossos caprichos: porque precisamos de aprender a dar valor ao que temos, ao que somos, a quem temos ao nosso lado. Esperam-nos 36 anos em que, provavelmente, vamos compreender que as redes sociais e o narcisismo não nos trazem satisfação nem preenchem o nosso vazio interior. Que, se não formos nós a amar-nos e se não amarmos quem está ao nosso lado, nunca deixaremos de nos sentir sós. As ferramentas que criámos terão de ser usadas para um fim maior que a satisfação da vaidade. 

Não fique em pânico, não quer dizer que vamos todos passar fome ou viver dificuldades. Vamos todos, sim, enquanto humanidade e individualmente, aprender a dar mais valor àquilo que realmente é importante nas nossas vidas. Conforme a nossa maturidade pessoal, ser-nos-á mais fácil ou mais difícil aprender a gerir melhor os recursos que temos. É que Saturno não perdoa, e se teimarmos em agarrar-nos ao espelho como uma criança caprichosa, a vida pode bem trocar-nos as voltas e obrigar-nos a partilhar, de verdade. A viver com os vizinhos, os colegas, os outros que diariamente fazem parte do nosso mundo, de uma forma mais respeitosa, mais cumpridora. Saturno traz a ordem, a sensatez, a disciplina. É um planeta que nos ajuda a ser mais adultos, mais sérios, mais comedidos nas despesas, mais discretos na exteriorização das nossas emoções. Temos pela frente 36 anos de aprendizagem. Vêm aí lições e algumas serão duras, mas se estamos todos a viver neste momento, é porque temos em nós a força para enfrentar mais este desafio e, acima de tudo, é porque ele é necessário para o nosso crescimento. Os que nos deixaram em 2016 já não tinham de o fazer, por isso foram para um lugar mais sereno, de onde nos olham, curiosos em relação a como nos vamos comportar.

Depois do ciclo de Saturno, seguir-se-á Júpiter, o planeta da expansão, das oportunidades, do crescimento, do alargamento de horizontes. Em 2053 estaremos mais conscientes do nosso papel no Mundo. Já teremos aprendido as grandes lições que a Humanidade tem para aprender. Saberemos respeitar a Terra, respeitar o outro e respeitar-nos a nós próprios. Voltaremos a ter abundância, porque aprendemos a dar-lhe valor. Mas, até lá, será Saturno o nosso professor. O compromisso com o outro voltará a ser honrado, porque compreenderemos que a imagem que o espelho nos devolve não chega. Aprenderemos a ceder, ao compreendermos que não deixamos de ser quem somos se procurarmos ir ao encontro do outro. Que dar o braço a torcer não é um sinal de fraqueza, que assumir que não sabemos tudo e admitir que errámos mostra valentia e força interior.

Durante os próximos 36 anos, procure ser mais consciente nas suas atitudes. Mais voltado para dentro de si próprio e, ao mesmo tempo, mais preocupado com quem o rodeia. Dê mais valor à estabilidade, ao bem-estar que o seu trabalho lhe proporciona, ao dinheiro que tem, a quem tem ao seu lado, à sua família, aos seus amigos. É que o amor - por nós, pelo Mundo, pelos outros - é sempre aquilo que nos leva a porto seguro, especialmente quando navegamos por águas mais tumultuosas.

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